quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Documentário "Artesanato em Lagoa Seca"

Artesanato em Lagoa Seca
Documentário, realizado pelos alunos do 2º B da Escola Francisca Martiniano da Rocha, sobre os diversos tipos de artesanato presente na cidade de Lagoa Seca

Em cartaz
Imagem gentilmente cedia por Frei Lucas Bragelmann




sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Documentário "A praça"

A praça
Documentário sobre a praça Severino Cabral realizado pelos alunos 
do 2º A da Escola Francisca Martiniano da Rocha

Em cartaz



segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Poema sobre Lagoa Seca


   Poema criado por Valmir Sousa Costa ,especialmente para o AMACC 2013. Valmir é sobrinho-neto de Zacarias, criador dos versos que encontram-se gravados na praça Severino Cabral. 

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

AMACC 2013

Pintura da porta

Pintura da sala

Pintura da sala

Projeto Cine Lagoa

Cartazes dos filmes em exibição

Sala do projeto

Exibição do documentário "Artesanato em Lagoa Seca"

Grupo da apresentação 

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Preparando-se para a entrevistas

   É necessário um momento de preparação antes das entrevistas que vão ser realizadas para o documentário, observe esse texto retirado do material sobre Memórias das Olimpíadas Brasileiras de Língua Portuguesa em relação a esse momento:

Preparação para uma entrevista
- Veja, no texto abaixo, como Antônio Gil se preparou para realizar a entrevista que deu origem ao texto “Como num filme”:

                                                     O preparo: um roteiro provisório
Sabia que o sr.Amalfi tinha 82 anos e que tinha suas raízes italianas preservadas em seu modo de vida. Já o conhecia superficialmente. É pai de uma amiga de muito tempo e sabia que ele era um homem que tinha muitas histórias para contar... Por isso, foi o escolhido para ser o entrevistado e personagem na minha tarefa de memorialista.
Organizei um pequeno roteiro provisório. Digo provisório porque ele serviria de apoio para que a conversa rolasse sem cerimônias e fluísse ao sabor das vivências e lembranças que eu imaginava existir na trajetória de vida do sr.Amalfi. Ele, o roteiro, me serviria de bússola para não perder alguns aspectos importantes na minha escrita posterior. Na verdade, o meu objetivo era que a memória do sr.Amalfi viesse à tona e desabrochasse com total  liberdade durante o nosso encontro marcado.
Assim, peguei um caderninho brochura e fui escrevendo no topo de algumas páginas ideias que poderiam ser suscitadas na hora da nossa conversa.
Pensei em gravar. Poderia ser interessante, mas a premência do tempo fez com que eu fosse de caderno e caneta e minha especial atenção para estimular as palavras do sr.Amalfi, ouvir bem a sua voz do coração e registrar com rapidez e com a certeza de que teria coletado um bom material para o trabalho posterior: o de ser autor do texto.

- Veja alguns trechos da entrevista, recuperados das anotações do caderno do entrevistador:
Gil: Sr. Amalfi, sua filha me disse que o senhor é um assíduo frequentador de cinema, não é? Ela me disse que o senhor vai ao shopping toda semana ver o filme que está em cartaz. Pois bem... A gente podia fazer esta entrevista como se fosse um filme. O que o senhor acha? O senhor vai se lembrando e vai me contando... Pode ser assim? Do que o senhor se lembra da sua infância? O senhor pode me falar das suas primeiras lembranças? É só entrar no filme da sua vida, não é?
Sr. Amalfi: Silêncio. (O sr.Amalfi ficou por alguns brevíssimos instantes revivendo com os olhos, olhando para cima, para o mundo das emoções da memória revisitada. Como se eu não estivesse lá. Vi que o pequeno azul dos seus olhos marejaram instantaneamente. Mas dei corda para a entrevista se inaugurar.)
Gil: Fale um pouco de seus pais ou de seus avós.

Sr. Amalfi: Ah... Meu Deus! Me dá uma emoção muito forte lembrar esses tempos... Faz tanto tempo! É que eu tenho muita saudade desse tempo que já foi... Sou muito chorão, sabe? Quando eu me lembro do meu pai e da minha mãe eu choro sempre... Deixa ver... Você não vai tomar o seu café? Vai esfriar... Bom, vamos lá! Daquele tempo eu me lembro... Bom, meu pai era italiano e a minha mãe também. Ele era marinheiro. Era Ângelo. Ângelo Amalfi. Você sabe que no ano retrasado eu fui até esse lugar lá na Itália e pude conhecer a terra dos meus pais... Foi o melhor passeio que eu fiz até hoje... Lembro bem porque a minha mãe me contava... Eles vieram casados para São Paulo em 1918. E já ficaram em Santana [bairro da Região Norte da cidade de São Paulo]. Naquele tempo ela disse que nem existia a Voluntários da Pátria [rua famosa desse bairro], veja você. Meu pai foi trabalhar na Sorocabana [Estrada de Ferro Sorocabana – companhia ferroviária criada em 1870]. E aí...

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

A pesquisa e o documentário

Texto base sobre a importância e as formas de pesquisa para produção do gênero documentário:

A Pesquisa
   O texto da proposta de filmagem é resultado de uma primeira etapa de pesquisa. Sua função é garantir condições para o aprofundamento dessa pesquisa para que só então possa ser iniciada a etapa de filmagem. Rosenthal lista quatro fontes de pesquisa: material impresso, material de arquivo (filmes, fotos, arquivos de som) e entrevistas.
   Seguindo estas etapas, o documentarista deverá ler tudo aquilo que for possível referente ao assunto escolhido; fazer um exaustivo levantamento de material de arquivo, entre fotos, filmes e arquivos sonoros, buscando garantir permissão para uso no filme; fazer pré-entrevistas com todas as pessoas que possam estar envolvidas com o tema.
   Material de arquivo= A utilização de material de arquivo é recurso frequente adotado pelos documentaristas como forma de ilustração visual de eventos passados. A busca desse tipo de material normalmente envolve burocracia e negociação com órgão públicos e privados que porventura possuam acervo. No caso de acervo familiar, a dificuldade maior é convencer seus donos à exposição pública do material e requer cuidados especiais por parte do documentarista.
   Pré-entrevistas= Pré-entrevistas marcam o primeiro contato entre a equipe de pesquisadores, e os possíveis participantes do documentário. São úteis tanto para fornecer informações, ou mesmo aprofundar informações já coletadas, como para servir de teste para se avaliar os depoentes como participantes do filme. Alguns problemas freqüentes relacionados à pré-entrevista são possíveis situações de resistência ou recusa por parte do entrevistado em conceder a entrevista (o que depende muito do assunto a ser abordado).
   Essa estratégia cria dois momentos de entrevista envolvendo documentarista e entrevistado: a entrevista da pesquisa e a entrevista da filmagem. Muitos dos assuntos abordados na entrevista da pesquisa acabam sendo repetidos na entrevista da filmagem o que pode induzir a uma espécie de entrevista encenada conduzida por um script elaborado na primeira entrevista.
   Outra conseqüência dessa estratégia é que, já na primeira entrevista, se cria um código de comunicação entre documentarista e entrevistado que, apesar de servir aos propósitos da pré-produção (organização do material do filme) não está necessariamente vinculado ao momento da filmagem, é o caso típico do “como eu já havia te dito antes...”, em que o entrevistado faz referência a essa primeira conversa se esquecendo que também está falando para os futuros espectadores do filme que ainda não possuem conhecimento do teor dessa conversa.

(Trecho adaptado e retirado de Documentário e Roteiro de Cinema: da pré-produção à pós-produção escrito por Sérgio José Puccini Soares)

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Documentário "Cores de Abril"


Pensando sobre o documentário:
1- Como surgiu a cidade de Areias?
2- Quais fatores favorecem a cultura nessa cidade?
3- Quais artistas se inspiraram em Areias para criação de sua obra?
4- Dentre as culturas agrícolas tradicionais, historicamente, se destacou a cana-de-açúcar. Quais produtos eram produzidos e por quê?
5- Qual a importância do seu tombamento?