terça-feira, 5 de junho de 2018

Profissão: Administrador


Por Ana Gabriely, Alessandro, Luan, Matheus e Micaeli e Rute
Marcílio Alves, 40, há 20 anos na profissão, é formado em Administração e Bacharel em Economia, explicou que sua família queria que ele seguisse a área de engenharia e, inicialmente, fez o vestibular e passou para Engenharia Civil, no entanto, depois acabou seguindo seu sonho. Após  conseguir uma parceria com uma empresa de cursos do nordeste, montou uma empresa que se chama Net World, onde vende cursos profissionalizantes, e é  professor de Técnicas Administrativas nela.
Alguns alunos e Marcílio (no canto direito)
Marcílio conversou com a turma do 3° D da Francisca Martiniano da Rocha sobre a profissão que mais cresce no Brasil, também uma das mais procurada pelo SISU. O administrador explicou que as micro e médias empresas são as grandes oportunidades para os recém-formados na área, que, com o passar do tempo, vai se ganhando experiência e até chega a administrar uma empresa de grande porte.
A faixa salarial de um administrador depende de sua experiência, o administrador júnior é em torno de um salário mínimo e para os mais experientes a partir de dois salários. 
Segundo Marcílio, quem pretende atua na área de administração tem que esta ciente de que não e só cuidar da parte financeira, mas manter um perfil de liderança, pois uma empresa não é só formada por administradores, mas de pessoas que fazem o trabalho acontecer.
Além do gosto pela inovação e a criatividade, a possibilidade de exercitar a liderança influencia muito na decisão. É preciso gerenciar, organizar e planejar para ser bem sucedido na carreira e, mais que isso, é  ter empatia e saber se colocar no lugar do cliente.
Administrador é uma profissão que exige muita responsabilidade. Segundo dados do IBGE, citado por Marcílio, 6 de cada 10 empresas fecham todo ano no Brasil e, no ano de 2015, 708,6 mil empresas novas entraram no mercado, enquanto 713,6 mil foram fechadas. Portanto, o mau planejamento de uma empresa pode levar ao fechamento,
Como o mercado de administração vai estar no futuro? Para Marcílio, vai ser um desafio aos futuros administradores, pois não bastará apenas o conhecimento em administração, será necessário fazer um pós-graduação em uma área especifica. Esperemos que os futuros administradores possam trazer a diferença e a constante inovação para o mercado de trabalho.

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Quadros vanguardistas produzidos pelo 3º D

 Objetivo: Criação de desenhos acerca do tema "Desafios do fim do Ensino Médio" a partir das características da vanguardas europeias.

O barulho - Rute e Lidiane

 Zona de guerra - Márcia, Gabriela e Daniela

A escada - Lucas e Itálo

Cubos e planos - Lucas e Fernanda

Escadas - Matheus e Luan

Chuva - Mayara e Edilma

Pente de garfo - Nayara e Larissa

Múltiplos - Ana Gabrielle e Alessandro

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Documentário "Artesanato em Lagoa Seca"

Artesanato em Lagoa Seca
Documentário, realizado pelos alunos do 2º B da Escola Francisca Martiniano da Rocha, sobre os diversos tipos de artesanato presente na cidade de Lagoa Seca

Em cartaz
Imagem gentilmente cedia por Frei Lucas Bragelmann




sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Documentário "A praça"

A praça
Documentário sobre a praça Severino Cabral realizado pelos alunos 
do 2º A da Escola Francisca Martiniano da Rocha

Em cartaz



segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Poema sobre Lagoa Seca


   Poema criado por Valmir Sousa Costa ,especialmente para o AMACC 2013. Valmir é sobrinho-neto de Zacarias, criador dos versos que encontram-se gravados na praça Severino Cabral. 

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

AMACC 2013

Pintura da porta

Pintura da sala

Pintura da sala

Projeto Cine Lagoa

Cartazes dos filmes em exibição

Sala do projeto

Exibição do documentário "Artesanato em Lagoa Seca"

Grupo da apresentação 

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Preparando-se para a entrevistas

   É necessário um momento de preparação antes das entrevistas que vão ser realizadas para o documentário, observe esse texto retirado do material sobre Memórias das Olimpíadas Brasileiras de Língua Portuguesa em relação a esse momento:

Preparação para uma entrevista
- Veja, no texto abaixo, como Antônio Gil se preparou para realizar a entrevista que deu origem ao texto “Como num filme”:

                                                     O preparo: um roteiro provisório
Sabia que o sr.Amalfi tinha 82 anos e que tinha suas raízes italianas preservadas em seu modo de vida. Já o conhecia superficialmente. É pai de uma amiga de muito tempo e sabia que ele era um homem que tinha muitas histórias para contar... Por isso, foi o escolhido para ser o entrevistado e personagem na minha tarefa de memorialista.
Organizei um pequeno roteiro provisório. Digo provisório porque ele serviria de apoio para que a conversa rolasse sem cerimônias e fluísse ao sabor das vivências e lembranças que eu imaginava existir na trajetória de vida do sr.Amalfi. Ele, o roteiro, me serviria de bússola para não perder alguns aspectos importantes na minha escrita posterior. Na verdade, o meu objetivo era que a memória do sr.Amalfi viesse à tona e desabrochasse com total  liberdade durante o nosso encontro marcado.
Assim, peguei um caderninho brochura e fui escrevendo no topo de algumas páginas ideias que poderiam ser suscitadas na hora da nossa conversa.
Pensei em gravar. Poderia ser interessante, mas a premência do tempo fez com que eu fosse de caderno e caneta e minha especial atenção para estimular as palavras do sr.Amalfi, ouvir bem a sua voz do coração e registrar com rapidez e com a certeza de que teria coletado um bom material para o trabalho posterior: o de ser autor do texto.

- Veja alguns trechos da entrevista, recuperados das anotações do caderno do entrevistador:
Gil: Sr. Amalfi, sua filha me disse que o senhor é um assíduo frequentador de cinema, não é? Ela me disse que o senhor vai ao shopping toda semana ver o filme que está em cartaz. Pois bem... A gente podia fazer esta entrevista como se fosse um filme. O que o senhor acha? O senhor vai se lembrando e vai me contando... Pode ser assim? Do que o senhor se lembra da sua infância? O senhor pode me falar das suas primeiras lembranças? É só entrar no filme da sua vida, não é?
Sr. Amalfi: Silêncio. (O sr.Amalfi ficou por alguns brevíssimos instantes revivendo com os olhos, olhando para cima, para o mundo das emoções da memória revisitada. Como se eu não estivesse lá. Vi que o pequeno azul dos seus olhos marejaram instantaneamente. Mas dei corda para a entrevista se inaugurar.)
Gil: Fale um pouco de seus pais ou de seus avós.

Sr. Amalfi: Ah... Meu Deus! Me dá uma emoção muito forte lembrar esses tempos... Faz tanto tempo! É que eu tenho muita saudade desse tempo que já foi... Sou muito chorão, sabe? Quando eu me lembro do meu pai e da minha mãe eu choro sempre... Deixa ver... Você não vai tomar o seu café? Vai esfriar... Bom, vamos lá! Daquele tempo eu me lembro... Bom, meu pai era italiano e a minha mãe também. Ele era marinheiro. Era Ângelo. Ângelo Amalfi. Você sabe que no ano retrasado eu fui até esse lugar lá na Itália e pude conhecer a terra dos meus pais... Foi o melhor passeio que eu fiz até hoje... Lembro bem porque a minha mãe me contava... Eles vieram casados para São Paulo em 1918. E já ficaram em Santana [bairro da Região Norte da cidade de São Paulo]. Naquele tempo ela disse que nem existia a Voluntários da Pátria [rua famosa desse bairro], veja você. Meu pai foi trabalhar na Sorocabana [Estrada de Ferro Sorocabana – companhia ferroviária criada em 1870]. E aí...